Amor é só um sentimento

O nosso grande erro é idealizar o amor. E isso não só diminui a gente perante o amor, como diminui o amor perante a gente. Temos a mania de achar que o amor se basta e que ele é uma espécie de elemento inigualável em todo o universo. Que o amor é uma divindade queContinuar lendo “Amor é só um sentimento”

Libertando-me

Estava pensando em plena véspera de aniversário, que muito do meu crescimento emergiu dos meus maiores desalentos. Nos meus desesperados momentos de solidão que eu aprendi a lidar com o jeitinho que a vida tem de nos fazer crescer. Músicas tristes, festas, álcool, amores tapa buraco, orações milagrosas, livros de autoajuda. Nada disso, absolutamente nada,Continuar lendo “Libertando-me”

Carta para uma versão mais evoluída de mim mesma

Poderia começar dizendo “Olá!”, mas ambas sabemos que eu não falo “olá”. Eu mal falo “oi”, apesar de não saber para qual lado pode ocorrer essa evolução, né. Hoje, nesse momento, as coisas estão em processo, como sempre. Talvez essa seja a hora que eu, ou você, consiga ver que eu posso fazer melhor do queContinuar lendo “Carta para uma versão mais evoluída de mim mesma”

Amizades instantâneas não me nutrem

Uns minutos de total descontrole e caí, sabe-se lá como, em um mar de dúvidas e opiniões sobre a onda de pessoas que passam pela nossa vida e, principalmente, o tanto que eu acreditei que durariam para sempre. (Um asterisco fofo: eu sempre acreditei que todos nós temos, ou teremos, uma pessoa para a vidaContinuar lendo “Amizades instantâneas não me nutrem”

O quanto somos vendíveis?

  Se tem uma coisa que a maioria das pessoas têm em comum, essa coisa é a vontade de ter mais dinheiro. Sim, me incluo, sinto muito por isso, mas todos nós sabemos que as contas não são pagas nem com abraço nem com energia positiva. E sinto muito pelo trocadilho. Mas até onde valeContinuar lendo “O quanto somos vendíveis?”

Não peça por paz. Transforme-se

Desde pequena eu usei o fim de ano para fazer promessas e pedir coisas. Geralmente, eu fundia as duas coisas e tentava tirar o máximo da minha responsabilidade sobre esses atos, já que, né, quem dá presente é o Papai Noel. Eu só recebo. E olhe lá, já que eu nunca levei a sério essaContinuar lendo “Não peça por paz. Transforme-se”

Liberdade de escrita

Tudo pode ser descrito Escrito Até mesmo o silêncio          O vácuo também transpassa entre meus dedos Atravessa o azul Alcançando o branco E assim nada mais é silêncio De repente o mundo transborda sobre mim           E tudo é música Vento, desejo, fome, insegurança Revista, trabalho, viagemContinuar lendo “Liberdade de escrita”

Eu sou meu próprio mar

Não preciso de um marinheiro para me navegar. Quero que ele fique se for para acompanhar meu movimento.  O controle não faz parte da minha travessia, mesmo o mar entende que as ondas do meu cabelo formam seu próprio caminho. Elas se tornam. O marinheiro tentou tomar posse dessas ondas. Ele quis prendê-las num coque, deixá-lasContinuar lendo “Eu sou meu próprio mar”

Por que eu ainda me lembro de você?

As quintas-feiras ficaram marcadas na minha vida assim que eu comecei a usar a minha insônia para ver séries durante a madrugada, mas algumas coisas mudam. Sempre mudam. Eu me lembro de uma ligação, na quinta à noite, com a ideia de parabenizar alguém, no caso eu, por ter sobrevivido ao último ano. Eu detestoContinuar lendo “Por que eu ainda me lembro de você?”

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