Não preciso de um marinheiro para me navegar. Quero que ele fique se for para acompanhar meu movimento. O controle não faz parte da minha travessia, mesmo o mar entende que as ondas do meu cabelo formam seu próprio caminho. Elas se tornam. O marinheiro tentou tomar posse dessas ondas. Ele quis prendê-las num coque, deixá-lasContinuar lendo “Eu sou meu próprio mar”
