Não queria ter de desperdiçar meu tempo afirmando que existe uma cultura do estupro! Mas, infelizmente, isso é preciso.

  Não importa o nome dado, estupro é estupro, apesar da relutância vinda de alguns que se negam em reconhecer quando esse estupro acontece. É constante o hábito de modificar o nome da ação para que assim ela passe a ser justificável, aceitável, perdoável, engraçada. Ok, ok! Vou pegar leve com os leigos e explicar.Continuar lendo “Não queria ter de desperdiçar meu tempo afirmando que existe uma cultura do estupro! Mas, infelizmente, isso é preciso.”

Sobre lugar de fala, repercussões e trolls de internet

Troll: aqui não No começo de tudo, eu tive a ideia do blog Elas por Elas – Projeto Literário. A intenção era criar uma plataforma de empoderamento feminino através da literatura. Pouco tempo depois, ele começou a abordar diversos conteúdos feministas, ganhou colunas e categorias. E então eu resolvi criar conteúdo próprio para a página,Continuar lendo “Sobre lugar de fala, repercussões e trolls de internet”

Me mandaram calar a boca

Imagem: reprodução/internet Quando eu era pequena, costumava ser faladeira. Vejo vídeos de quando eu tinha uns 5 anos e imagino o quanto devia ser irritante ver aquela miniatura de gente com aquela vozinha esganiçada tagarelando pela casa afora. Eu lembro que também chateava meus colegas de classe e professoras de tanto que eu falava. EuContinuar lendo “Me mandaram calar a boca”

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