Prazer, Norma Jeane

Símbolo sexual, suicídio, estereótipos, abuso, casos escandalosos. Tudo isso misturado a um caos mental que se pode ouvir em suas sessões gravadas e expostas no documentário “Marilyn no Divã”. A mídia, como sempre, impecável quando se trata de diminuir mulheres e desvalorizar seres humanos, a via como louca. Mas o quanto escolhemos não ver eContinuar lendo “Prazer, Norma Jeane”

Dudu Camargo é a prova que nossa sociedade idolatra machistas

Antes de tudo, uma contextualização: no dia 18/06, foi ao ar uma edição do Programa Silvio Santos, com participação de Maisa e Dudu Camargo no Jogo das 3 Pistas. Na ocasião, o apresentador começou a fazer “brincadeiras”, dizendo que eles deveriam formar um casal, já que ambos estavam solteiros. Além de dizer que o rapazContinuar lendo “Dudu Camargo é a prova que nossa sociedade idolatra machistas”

Sereias

  “Eu daria tudo por um pouco de silêncio agora” A frase inevitavelmente se repetia de novo e de novo no interior da cabeça loura repousada tristemente sobre um par de braços frágeis. Estes por sua vez se cruzavam sobre o parapeito da varanda de uma cobertura onde uma festa acontecia. Pela relativamente pouca alturaContinuar lendo “Sereias”

Por que sair de um relacionamento abusivo não é tão simples quanto parece? – Por Luiza Pion

Reprodução/Internet Eu escrevo esse texto por três motivos: porque eu já estive em um, porque minhas amigas já estiveram/estão em um e o mais importante: porque sempre vejo muitos julgamentos entorno do que é estar em um. Quantas de nós já não ouviram coisas do tipo: “Você está nessa situação por que quer.”, “Você gostaContinuar lendo “Por que sair de um relacionamento abusivo não é tão simples quanto parece? – Por Luiza Pion”

Não queria ter de desperdiçar meu tempo afirmando que existe uma cultura do estupro! Mas, infelizmente, isso é preciso.

  Não importa o nome dado, estupro é estupro, apesar da relutância vinda de alguns que se negam em reconhecer quando esse estupro acontece. É constante o hábito de modificar o nome da ação para que assim ela passe a ser justificável, aceitável, perdoável, engraçada. Ok, ok! Vou pegar leve com os leigos e explicar.Continuar lendo “Não queria ter de desperdiçar meu tempo afirmando que existe uma cultura do estupro! Mas, infelizmente, isso é preciso.”

Freiras fingem ser prostitutas para libertar mulheres e crianças do tráfico humano

Imagem: reprodução/internet Um grupo de freiras superam na forma de resgatar vítimas do tráfico de mulheres e crianças. Elas se infiltram em bordeis fingindo ser prostitutas e tentam ajudar mulheres que sejam mantidas à força nesses locais. Nossas heroínas também utilizam do dinheiro a favor da liberdade infantil. Elas “compram” as crianças que são vendidasContinuar lendo “Freiras fingem ser prostitutas para libertar mulheres e crianças do tráfico humano”

Ser Bonita… – por Josiane Rodrigues

                                                                                            Reprodução/Internet Xiiii, já perdi as contas de quantas vezesContinuar lendo “Ser Bonita… – por Josiane Rodrigues”

O ‘pequeno’ assédio nosso de cada dia

Na época da campanha #meuprimeiroassédio eu não conseguia me lembrar de nada que eu tivesse passado e que se encaixasse na proposta. Eu lia os relatos das outras mulheres e, além de triste por elas, ficava assombrada por perceber que tanta gente já tinha passado por acontecimentos marcantes e cruéis. Eu só conseguia me lembrarContinuar lendo “O ‘pequeno’ assédio nosso de cada dia”

Sobre um diálogo de TODAS NÓS

Sabe quando o estupro acontece? Quando você, ao sair de casa, passa por um ou vários homens que a encaram sem o menor pudor enquanto lançam suas cabeças e corpos que vão em conjunto a palavras reduzidas à extensão do seu corpo, à idade, ou ao mérito da gostosura. E você?! Disciplinada para ser submissaContinuar lendo “Sobre um diálogo de TODAS NÓS”

Me mandaram calar a boca

Imagem: reprodução/internet Quando eu era pequena, costumava ser faladeira. Vejo vídeos de quando eu tinha uns 5 anos e imagino o quanto devia ser irritante ver aquela miniatura de gente com aquela vozinha esganiçada tagarelando pela casa afora. Eu lembro que também chateava meus colegas de classe e professoras de tanto que eu falava. EuContinuar lendo “Me mandaram calar a boca”

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora