Me mandaram calar a boca

Imagem: reprodução/internet Quando eu era pequena, costumava ser faladeira. Vejo vídeos de quando eu tinha uns 5 anos e imagino o quanto devia ser irritante ver aquela miniatura de gente com aquela vozinha esganiçada tagarelando pela casa afora. Eu lembro que também chateava meus colegas de classe e professoras de tanto que eu falava. EuContinuar lendo “Me mandaram calar a boca”

Sara – por Rebeca Almeida

  Reprodução/Internet De certa forma, aquele vestido florido era perfeito para o dia. Sara soube disso assim que terminou de abotoar todos os botões, que iam desde a altura do peito até a barra da saia florida. Ela se encarou no espelho por alguns instantes, não precisou de mais que cinco minutos para se arrumar.Continuar lendo “Sara – por Rebeca Almeida”

MEU REAL – PARTE 1

Reprodução/Ultra Curioso  Ao chegar da noite, ela sempre corria para as estrelas. Céu escuro, nenhuma nuvem, a bela lua, os astros reluzentes,… esse era o seu cenário preferido. A noite, as árvores e ela. Era assim que se sentia a vontade para se abrir. Talvez porque as estrelas, ao ouvirem seus desejos, não a criticavam.Continuar lendo “MEU REAL – PARTE 1”

Mulheres que representam!

    Oi pessoal. Tudo bem com vocês? Querem que fique melhor? Então vieram ao lugar certo. O post de hoje será um dos queridinhos dos fãs da representativa, pelo menos eu me senti super representada. Quem não se sentiria? Como lançamento da coluna “Mulheres que amamos”, trago para você uma lista com cinco lindasContinuar lendo “Mulheres que representam!”

Sobriedade Ébria

Imagem: Reprodução/Internet Acordo com a cabeça ainda rodopiando sem parar. Nos ouvidos parece que entra uma banda inteira de percussão que, auxiliada por um zumbido distante, cria uma música mal orquestrada. O corpo parece sustentar o peso de um lutador de sumô, mesmo ocupando pouco mais que o espaço de uma bailarina. Antes de levantar,Continuar lendo “Sobriedade Ébria”

‘A garota do trem’ de Paula Hawkins

Como boa leitora, estou sempre à procura de livros, às vezes com listas intermináveis no meu Skoob, outras com a sensação de que não tenho nada que poderia me agradar. Enfim, um dilema muito comum entre os aficionados por linhas e mais linhas que teimam em acabar – sem mencionar, é óbvio, o desejo utópicoContinuar lendo “‘A garota do trem’ de Paula Hawkins”

Amar-se – por Luara Alves de Abreu

Reprodução/Internet Ela tinha fome de amor. Ele tinha fome de atenção. Podiam combinar sim, tinham lá suas compatibilidades, vez ou outra assistiam aos mesmos filmes sem nem planejar e tinham os mesmos comentários sobre os conhecidos em comum. Mas quando as fomes são diferentes, o lugar onde se buscam apetites são outros, outras formas, outrosContinuar lendo “Amar-se – por Luara Alves de Abreu”

Carta para a nova geração de mulheres – por Luara Alves de Abreu

Hoje os amores da titia fazem dois meses de vida e como coincidentemente é Dia Internacional da Mulher, vai ter post especial! Meninas, não gosto muito de chamá-las de princesas, porque na maioria das vezes, a ideia de princesa remete a uma mocinha indefesa a espera de um príncipe. Vocês não são nem indefesas nemContinuar lendo “Carta para a nova geração de mulheres – por Luara Alves de Abreu”

Que me perdoem os monogâmicos, mas sexo a três é fundamental

                                                                                                     Tomei a liberdade de parafrasearContinuar lendo “Que me perdoem os monogâmicos, mas sexo a três é fundamental”

Uma ‘desaventura’

De manhã, após se abrirem, os olhos iam se fixar no teto. Lá ficavam por dez, quinze, vinte minutos. Às vezes mais, às vezes menos, mas sempre lá. De vez em quando nem era manhã: comumente acordava após o meio dia. O pensamento não ia muito além daquele espaço com tinta descascada onde a vistaContinuar lendo “Uma ‘desaventura’”

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