Silêncio na tarde das mulheres

  até outro dia, outro lugar, eu daria tudo para não ver você calado, pra ver o que há. é que eu passei um mês inteiro sem te ver, meu bem! e sem compreender, eu tava doente do peito, do coração. o olho do amor desconhece a magia, mas quem manda em mim sou eu!Continuar lendo “Silêncio na tarde das mulheres”

Coisa de mulher

Até admiro mulher que acorda às seis já escolhe a roupa certa se maquia, sobe no salto e não se desconcerta Não sou dessas! Fico puta com o despertador levanto depois de várias sonecas pego a roupa mais fácil corro, me atraso Não me encaixo! Não sei fazer unha, cabelo, sobrancelha não tenho esses talentosContinuar lendo “Coisa de mulher”

Floresça

           Não quero lhe causar choque ou repulsa minha rosa. Acontece que estou colocando no lugar que pertencem as minhas pétalas. Veja bem, guarde seus espinhos, isso não é um ataque! Apenas lhe mostro um outro formato de flor, uma nova cor. Sou eu! Estou prestes a desabrochar por completo eContinuar lendo “Floresça”

Cinco poemas para celebrar 127 anos de Cora Coralina

                                                          Foto: Divulgação Há 127 nascia a poetisa e contista brasileira Cora Coralina. A Goiana que apesar de transbordar doçura, delírio e beleza em suas palavras sóContinuar lendo “Cinco poemas para celebrar 127 anos de Cora Coralina”

Cinco poemas contemporâneos escritos por brasileiras

                                                 Foto: Tumblr Todos já conhecem (por vezes idolatram) os clássicos da poesia, constituído em grande maioria por homens, e alguns clichês cometidos pela sentimentalidade. Pensando nisso fiz uma seleção de cinco poemas contemporâneos nãoContinuar lendo “Cinco poemas contemporâneos escritos por brasileiras”

A poética necessária : Ana Cristina Cesar

Aproveitando o mês de aniversario, e também a Flip deste ano que homenageia a autora, selecionei cinco fragmentos para se (re) apaixonar por essa mulher que retalhava cotidianos transformando-os em poesia marginal.  Sempre recriando a si mesma, Ana era a perfeita mistura da modernidade e cotidianos turbulentos escrevia com uma sentimentalidade intensa e passional, assimContinuar lendo “A poética necessária : Ana Cristina Cesar”

Para eles – por Sara Tude

Para eles não é com quem eu me deito Para eles não é com quem acordo Para eles é quem assina Para eles é quem dissemina Para eles não é quem me faz rir Para eles não é quem me faz gozar Para eles é quem aparece Para eles é o que parece Para elesContinuar lendo “Para eles – por Sara Tude”

Seios – por Sara Tude

Reprodução/Pinterest           Redondos, ou nãoFirmes, ou nãoProporcionais, ou nãoGrandes, ou nãoPequenos, talvezOu nem tanto assimCaídos, ou nãoIguais, ou nãoNaturais, ou nãoCom leite, ou nãoFabricados, talvezOu nem tanto assimSejam como forem, mulherSão teusE são assimTambém formam a tua belezaÉ teu corpo, mulherSe ame assimÉ teu o seioÉ tua a madreSão tuas asContinuar lendo “Seios – por Sara Tude”

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