Dizem que “filho de peixinho, peixinho é!”. E é justamente em cima disso que me propus à escolhida de hoje: Mary Shelley. Para quem não a conhece, mas, possivelmente está mais familiarizado com a sua obra, isto é, Frankenstein, já deve ter caído no mesmo erro que eu em acreditar queContinuar lendo “Hoje nada de Frankenstein”
