naquele dia resolvi me entregar ao luxo-lixo de despertar apenas na hora em que meu corpo bem escolhesse, fazendo-o sorrir como um corpo sem patrão, um corpo desmandado, reforçando o cotidiano de sarros que tiramos um com o outro entre uma ou outra aposta na liberdade. um corpo ele que, de tão desapregoado, tornou-se dignoContinuar lendo “oaboab, abcabc.”
